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Vou sair do Brasil. E agora?

Muito se tem ouvido falar sobre brasileiros que foram tentar a vida em outro País. Não é para menos, apenas entre 2014 e 2016, foram entregues cerca de 60 mil declarações de saída definitiva do Brasil, de acordo com informações da Receita Federal. Número este que pode ser ainda maior, conforme indicação de especialistas do setor de imigração.

Para quem quer buscar novas oportunidades fora do País, o presidente da EMDOC, João Marques da Fonseca, e o especialista em investimentos do Banco Ourinvest, Mauro Calil, prepararam algumas dicas sobre como se preparar para ter sucesso nesta empreitada. Confira:

Planejamento

O planejamento é o ponto mais importante e a falta dele o fator de maior insucesso nesta jornada. O indicado é que a pessoa se prepare com antecedência de, pelo menos, 12 meses para uma mudança de país. Quando surgir a ideia da viagem, pense em todos os fatores que serão essenciais para a sobrevivência longe da sua terra natal como: família, moradia, trabalho, e, claro, dinheiro.

Em estudos realizados pela EMDOC, observa-se que as regras imigratórias têm sido desconsideradas por muitos brasileiros que vão seguir a vida em outra nação. Por exemplo, existem aqueles que seguem viagem com visto de turista ou estudante, mas estas categorias não permitem a permanência definitiva nos países. Para exercer qualquer atividade remunerada fora do Brasil, o cidadão tem por obrigatoriedade ter visto de trabalho, salvo os países que permitem que o estudante possa trabalhar algumas horas na semana. Porém, nestes casos, é somente para que o aluno possa ter alguma entrada de dinheiro para se manter no país durante o período escolar.

Nesse cenário, o indicado é sempre procurar conhecer todas as regras imigratórias, normas gerais de convívio, uso e costumes de cada região para ter uma vida promissora no destino escolhido. Se encontrar dificuldades, existem empresas especializadas em migração que podem ajudar em todos estes trâmites.

Conheça o lugar

É imprescindível conhecer pessoalmente o destino. Faça pelo menos três visitas ao local escolhido, não com a visão de turista, mas pensando como morador local. O olhar de residente é muito diferente de quem vai para passear. Procure conhecer e estudar as regras, leis, costumes e diferenciais do destino. A cultura muda muito de uma nação para outra e é preciso se adequar aos hábitos locais para não sofrer com punições e multas. Outros pontos a serem vistos são: escola para os filhos, distância da residência para o local de trabalho, entre outros.

Financeiro

Neste quesito, existem três cenários que devem ser considerados:

Otimista: a pessoa já sai do Brasil com uma renda garantida no país destino (contrato de trabalho fechado, por exemplo);
Moderado: a pessoa vai estudar e dependerá do dinheiro que economizou ou de algum emprego que pode surgir no local;
Pessimista: situação em que a pessoa sai do Brasil sem nenhuma fonte de renda no país destino e dependerá exclusivamente do dinheiro que guardou antes de viajar.
Em todas as situações é essencial pensar em qual estilo de vida se pretende assumir e quais serão os custos envolvidos com moradia, alimentação, transporte etc. Ter uma poupança, que cubra os seis primeiros meses das consideradas despesas fixas é altamente recomendável.

Ainda no aspecto financeiro, o especialista destaca formas de levar o dinheiro para uma viagem. Segundo Calil, o mais recomendado é, em caso de viagens mais curtas, levar o dinheiro em espécie. Para viagens mais longas a sugestão é fazer remessas para o país destino.

“A remessa é a abertura de uma conta no país destino, com envio prévio ou periódico, como em caso de intercâmbios. Essa modalidade, além de muito segura, evita a cobrança de 6% de IOF”, recomenda o especialista.

Idioma

Algumas pessoas acreditam que podem aprender outro idioma já no destino final. Mas isto é um engano. O mais adequado é já ter fluência na língua local antes da mudança. Com isso, você se sentirá muito mais seguro e apto para executar as suas demandas e viver bem no pais escolhido.

Família

Preparar a família para a viagem é essencial. Para aqueles que são casados e, principalmente, para os que têm filhos, o diálogo e a preparação antecipada são atitudes fundamentais para que todos estejam engajados para a viagem. Conversar com os filhos que irão para uma nova escola, onde farão novos amigos, é um ponto importante. Além disso, é imprescindível discutir com o cônjuge se ele terá possibilidades reais de entrar no mercado de trabalho local e como será este processo para evitar brigas e frustrações no futuro. Todos alinhados e com o mesmo objetivo, certamente, terão uma experiência muito enriquecedora.

Fonte: Site Mundo RH

 

 

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