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Falso advogado de imigração é condenado a 12 anos de prisão

Um homem de 65 anos de idade que mora em Burlington, na Pensilvânia, foi sentenciado a 12 anos de prisão por exercício ilegal da profissão. De acordo com as informações, Leaford George Cameron atuou ilegalmente como advogado em vários estados norte-americanos. Esta é a terceira vez que ele foi preso pelo mesmo crime.
 
As autoridades informaram que o acusado nunca teve uma licença da Organização Nacional dos Advogados (BAR, sigla em inglês) e cumpria pena em liberdade condicional por uma condenação semelhante emitida em 2014.
 
Conforme as provas apresentadas na audiência de julgamento, neste último caso, Cameron prejudicou mais de 100 vítimas em vários estados e de diversos países. Ele chegou a receber mais de US$200 mil através das cobranças pelos seus serviços.
 
Os clientes prejudicados eram, em sua grande maioria, imigrantes de baixa renda e desprovidos de informações sobre leis de imigração. Em um dos casos, um cliente afirmou que perdeu a casa por falta de pagamento ao advogado.
 
Em outra situação, um estudante da Associação Nacional de Honra foi erroneamente deportado ao creditar seu caso ao falso advogado.
 
O Promotor Público do Distrito Leste da Pensilvânia, William McSwain, afirmou que “as evidências apresentadas durante o julgamento provaram que o réu não era apenas um falso advogado, mas um falso advogado incompetente”.
 
Ele destacou, ainda, que enquanto “os advogados fazem o juramento de respeitarem e zelarem pelo cumprimento das leis e não burla-las, Cameron fez totalmente o contrário, agindo como um falsário cujas as fraudes causaram gravíssimos danos às vítimas dele e à confiança pública nos órgãos legais”.
 
O falso advogado usou nomes falsos de parceiros, cartões de visita, papel timbrado e números roubados de licenças de advogados reais na Pensilvânia quando preenchia documentos nos tribunais. Cameron conseguia apagar os rastros quando preenchia declarações do imposto de renda referindo-se como “consultante” ou “especialista em litígio”, ao invés de utilizar o termo “advogado”, segundo relatos das autoridades.
 
Fonte: Redação - Brazilian Times
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