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Emissão de carteira de trabalho para imigrantes refugiados aumenta no Brasil; país ainda carece de políticas de inclusão

Em fevereiro, o fundador e CEO da EMDOC João Marques concedeu uma entrevista para o noticiário Edição das 10h, da Globo News, para falar sobre a condição do mercado laboral brasileiro para imigrantes. O executivo abordou também o que pode ser feito para absorver com mais qualidade a demanda de estrangeiros. A participação da EMDOC na reportagem vai de 51:44 até 58:45.
 
Segundo dados obtidos pela emissora juntamente com o Ministério do Trabalho, a emissão de carteira de trabalho para imigrantes refugiados aumentou 75% no último ano. Em 2017, foram emitidas pouco mais de 48 mil carteiras assinadas para estrangeiros, enquanto em 2018 esse número saltou para 85 mil carteiras assinadas.
 
A chegada de venezuelanos ao país foi um dos fatores que colaborou para o aumento. Eram quase 9 mil carteiras assinadas para venezuelanos em 2017. No ano seguinte, esse número passou para quase 40 mil, um aumento de 336%.
 
Embora os venezuelanos estejam na liderança, o Brasil também recebe pessoas de outros países. Outros casos notáveis de aumento de demanda foram dos cubanos, com uma elevação de 68%, e dos haitianos, registrando crescimento de 8%.
 
Para João Marques, ao receber os estrangeiros o Brasil necessita de uma política de inclusão no mercado de trabalho, como fazem alguns países desenvolvidos. “Não investimos nenhum centavo para que eles [os estrangeiros] se formem cada um em suas profissões”, comentou. Ele destacou ainda que chega muita gente qualificada em território brasileiro.
 
Ao ser questionado sobre o que falta em relação a qualificar estas pessoas na prática, João Marques destacou o desconhecimento da legislação pela classe empresarial brasileira, que não entende que esta mão de obra é legal, documentada e pode ser contratada. “Quando você conversa com muitas empresas, pequenas e médias, há um desconhecimento. E o desconhecimento te leva ao bloqueio”, explicou.
 
Outro ponto importante, de acordo com o CEO, é a necessidade de ter paciência para? esses profissionais se ambientarem. “É uma mão de obra que está procurando trabalho, quer recomeçar a vida nova. Tudo o que ela quer é trabalhar e se inserir numa nova sociedade”, explicou.
 
Marques lembrou que não absorver, não misturar culturas e ser um país muito fechado leva o Brasil para trás em oportunidades de negócios internacionais. “Estamos fazendo o contrário que os 21 países mais desenvolvidos do mundo fazem. Ou o mundo está errado, ou nós estamos errados. Se estamos errados, temos que ter uma política de inclusão e de aproveitamento dessa mão de obra”, concluiu.
 
Fonte: GloboNews
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